
[...]
Não busco prender o momento belo:
quero vivê-lo sempre mais
com a intensidade que exige a vida,
com o desgarramento do salto e da fulguração.
E me corto ao meio e me solto de mim, duplo coração:
a que vive,
a que narra,
a que se debate
e a que voa-
- na loucura que redime da lucidez
(Lya Luft)

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